quarta-feira, 8 de maio de 2013

Esta é a verdade de quem fala que foi de uma tropa de elite e hoje trai seus irmãos de farda, ainda para a rede globo.


O capitão Rodrigo Pimentel se diz especialista em segurança pública, vende a imagem de que foi um policial corajoso que enfrentava bandidos e que deixou a PM por não concordar com as coisas erradas que aconteciam. Mas tudo não passa de uma grande farsa. Para começar como poderão ver abaixo, ele entende muito é de segurança privada. Quanto ao destemido policial vocês vão descobrir que na verdade Pimentel não é nada disso. Porta-voz do governador Sérgio Cabral na TV Globo, Rodrigo Pimentel adora posar de vestal e guardião da moralidade. Pimentel disse que o cabo Daciolo e seus colegas dos bombeiros e da Polícia Militar, inclusive o coronel Paúl, deveriam ficar presos em Bangu 1. 

Mas agora vocês vão saber quem é Rodrigo Pimentel. Saiu da PM depois que ao comandar uma operação entrou em pânico e urinou nas calças. O ex-comandante do BOPE, coronel Venâncio Moura teve que substituí-lo no meio da operação por um sargento que tomou a frente e salvou a guarnição. Todos no BOPE conhecem essa história que é lembrada como um exemplo de covardia e desonra para a unidade de elite. Isso é um fato do conhecimento de todos. Perguntem ao coronel Venâncio Moura. 

Isso ninguém sabe do comentarista da TV Globo. Mas agora vocês vão conhecer outro lado de Rodrigo Pimentel. Transferido para o 29º batalhão, em Itaperuna, desmoralizado porque sua história correu a corporação, decidiu que era hora de deixar a Polícia Militar. Além do mais não se conformava em deixar de morar na Zona Sul, onde sempre viveu, desde que seu pai general foi morar na Urca. Correu atrás de uma reforma por invalidez alegando que ficou surdo trabalhando na PM. Prestem atenção no laudo abaixo. Perceberão que o laudo aponta o perfil áudio-métrico de normalidade. Mesmo assim, aos 29 anos, o capitão Pimentel foi reformado por invalidez definitiva para o trabalho, com proventos proporcionais ao tempo de serviço. 

Mas o capitão Rodrigo Pimentel queria receber o salário integral de capitão sem trabalhar pelo resto da vida, repito, aos 29 anos. Para isso comprou um laudo de um médico particular e conseguiu ficar ganhando como se estivesse na ativa. Recebendo inclusive mais um adicional por invalidez.

Bem, os senhores já viram Rodrigo Pimentel na televisão, ele não parece nada surdo, aliás, ele já apareceu até entrando ao vivo, dentro de um helicóptero com motor ligado e respondeu imediatamente a pergunta do apresentador com todo aquele barulho. Rodrigo Pimentel quando lhe convém escuta muito bem. 

Rodrigo Pimentel, comentarista da TV Globo pode se dar ao luxo de criticar os seus colegas que lutam por melhores salários, já que além de receber o salário integral de capitão da PM (com adicional por invalidez), mais o dinheiro da TV Globo, é sócio em uma empresa de segurança privada e tem participação nos negócios de outra, conforme poderão ver nos documentos abaixo. A R & R Pimentel Consultoria em Segurança Limitada, tem ele e sua mulher Rosele como sócios, além disso, tem participação na empresa Sunset Vigilância e Segurança Limitada. Um detalhe muito importante para vocês entenderem por que o comentarista da TV Globo elogia tanto Cabral. Em uma dessas empresas ele trabalha com o Tenente-coronel Felipe que vem a ser o chefe da segurança pessoal de Sérgio Cabral. Agora dá para entender porque prefere elogiar Cabral e ficar contra seus colegas.
Para quem acreditava na mentira que ele sempre contou de que largou a PM por discordar de coisas erradas que aconteciam, e que foi um brilhante policial do BOPE está aí para vocês o verdadeiro Rodrigo Pimentel, que tentou na Justiça proibir a divulgação destes fatos comprovados do seu passado na Polícia Militar.





















O capitão Rodrigo Pimentel se diz especialista em segurança pública, vende a imagem de

que foi um policial corajoso que enfrentava bandidos e que deixou a PM por não 

concordar com as coisas erradas que aconteciam. Mas tudo não passa de uma grande 

farsa. Para começar como poderão ver abaixo, ele entende muito é de segurança privada. 

Quanto ao destemido policial vocês vão descobrir que na verdade Pimentel não é nada 

disso. Porta-voz do governador Sérgio Cabral na TV Globo, Rodrigo Pimentel adora posar 

de vestal e guardião da moralidade. Pimentel disse que o cabo Daciolo e seus colegas dos 

bombeiros e da Polícia Militar, inclusive o coronel Paúl, deveriam ficar presos em Bangu 1. 

Mas agora vocês vão saber quem é Rodrigo Pimentel. Saiu da PM depois que ao comandar 

uma operação entrou em pânico e urinou nas calças. O ex-comandante do BOPE, coronel 

Venâncio Moura teve que substituí-lo no meio da operação por um sargento que tomou a 

frente e salvou a guarnição. Todos no BOPE conhecem essa história que é lembrada como 

um exemplo de covardia e desonra para a unidade de elite. Isso é um fato do 

conhecimento de todos. Perguntem ao coronel Venâncio Moura. 

Isso ninguém sabe do comentarista da TV Globo. Mas agora vocês vão conhecer outro 

lado de Rodrigo Pimentel. Transferido para o 29º batalhão, em Itaperuna, desmoralizado 

porque sua história correu a corporação, decidiu que era hora de deixar a Polícia Militar. 

Além do mais não se conformava em deixar de morar na Zona Sul, onde sempre viveu, 

desde que seu pai general foi morar na Urca. Correu atrás de uma reforma por invalidez 

alegando que ficou surdo trabalhando na PM. Prestem atenção no laudo abaixo. 

Perceberão que o laudo aponta o perfil áudio-métrico de normalidade. Mesmo assim, aos 

29 anos, o capitão Pimentel foi reformado por invalidez definitiva para o trabalho, com 

proventos proporcionais ao tempo de serviço. 

Mas o capitão Rodrigo Pimentel queria receber o salário integral de capitão sem trabalhar 

pelo resto da vida, repito, aos 29 anos. Para isso comprou um laudo de um médico 

particular e conseguiu ficar ganhando como se estivesse na ativa. Recebendo inclusive 

mais um adicional por invalidez.

Bem, os senhores já viram Rodrigo Pimentel na televisão, ele não parece nada surdo, 

aliás, ele já apareceu até entrando ao vivo, dentro de um helicóptero com motor ligado e 

respondeu imediatamente a pergunta do apresentador com todo aquele barulho. Rodrigo 

Pimentel quando lhe convém escuta muito bem. 

Rodrigo Pimentel, comentarista da TV Globo pode se dar ao luxo de criticar os seus 

colegas que lutam por melhores salários, já que além de receber o salário integral de 

capitão da PM (com adicional por invalidez), mais o dinheiro da TV Globo, é sócio em uma 

empresa de segurança privada e tem participação nos negócios de outra, conforme 

poderão ver nos documentos abaixo. A R & R Pimentel Consultoria em Segurança 

Limitada, tem ele e sua mulher Rosele como sócios, além disso, tem participação na 

empresa Sunset Vigilância e Segurança Limitada. Um detalhe muito importante para vocês 

entenderem por que o comentarista da TV Globo elogia tanto Cabral. Em uma dessas 

empresas ele trabalha com o Tenente-coronel Felipe que vem a ser o chefe da segurança 

pessoal de Sérgio Cabral. Agora dá para entender porque prefere elogiar Cabral e ficar 

contra seus colegas.

Para quem acreditava na mentira que ele sempre contou de que largou a PM por discordar 

de coisas erradas que aconteciam, e que foi um brilhante policial do BOPE está aí para 

vocês o verdadeiro Rodrigo Pimentel, que tentou na Justiça proibir a divulgação destes 

fatos comprovados do seu passado na Polícia Militar.

Deputado Sargento Rodrigues discute problemas do plantão regionalizado com o Secretário de Defesa Social



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O deputado Sargento Rodrigues esteve nesta segunda-feira, 6/05, em reunião da Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), com o Secretário de Defesa Social, Rômulo Ferraz, o Chefe da Policia Civil, Cylton Brandão da Mata, e o Comandante Geral da Polícia Militar Coronel Márcio Martins Sant’Ana para discutir os problemas do plantão regionalizado da Polícia Civil no Estado de Minas Gerais.
A reunião, requerida no último dia 30/04, pelo deputado Sargento Rodrigues também contou com a presença dos parlamentares João Leite (PSDB) e Lafayette de Andrada (PSDB).
Durante o encontro, Rodrigues demonstrou grande preocupação com os últimos desdobramentos relacionados aos plantões regionalizados da Polícia Civil, destacando a sobrecarga de trabalho dos policiais militares quando do deslocamento de suas cidades com presos, vítimas e testemunhas até à delegacia de plantão, para o encerramento da ocorrência. “O desgaste físico e psicológico dos policiais aumenta os riscos de acidente. Também temos os problemas relacionados à segurança da sociedade. Os municípios com 5,10,15,20 e até 30 mil habitantes estão ficando sem patrulhamento quando os policiais estão empenhados em outra ocorrência”, afirmou o deputado.
Após as considerações do deputado Sargento Rodrigues e de ser ouvido o Secretário de de Defesa Social, o chefe da Polícia Civil, o Comandante Geral da Polícia Militar, bem como os deputados João Leite e Lafayette de Andrada, ficou acertado que em até 30 dias, no máximo, serão implantados novos plantões em 30 cidades do Estado visando minimizar os referidos problemas.
Segundo o Secretário de Defesa Social, Rômulo Ferraz, outras medidas serão tomadas para solucionar o problema, porém demandarão um prazo maior para serem efetivadas.
Rodrigues enfatizou ao Secretário e ao Chefe da Polícia Civil que o Governador Antonio Anastasia, precisa resolver, urgentemente, a defasagem do efetivo na polícia civil. “O número insuficiente de policiais na instituição está causando um grande problema estrutural para a segurança pública de Minas Gerais”. Para o parlamentar, o Governador não tem outra saída que não seja a realização de concurso. “A não solução desse dilema irá aumentar potencialmente os problemas da Segurança Pública”, concluiu.
Leia o requerimento que motivou a reunião:

Arrastão em motel termina com acidente, troca de tiros e bandidos presos em Betim



Bandidos roubaram o motel e clientes

Um arrastão registrado em um motel, localizado no bairro Jardim Alterosas, em Betim, na Grande BH, terminou com um acidente de trânsito, troca de tiros entre os criminosos e policiais e três dos cinco assaltantes presos na madrugada desta terça-feira (7).
O crime foi registrado por volta de 2h41, quando os homens armados com espingarda e pistola chegaram no motel em um Fiat Palio tomado de assalto. Em poucos minutos, o grupo, que não estava com o rosto coberto, rendeu a recepcionista do motel e roubou R$ 1.500 do caixa. Em seguida, os bandidos ainda pegaram diversas bebidas alcoólicas, televisões, notebooks e outros objetos do estabelecimento, além de invadirem o único quarto ocupado e renderem um casal. “Do cliente, os assaltantes roubaram R$ 500 em dinheiro, roupas, carteiras, celulares e um Gol”, conta o sargento Joel Ferreira do 188ª Companhia do 33º Batalhão da Polícia Militar.
Os criminosos fugiram no carro do cliente, mas foram localizados pelos policiais na rua São Luiz, no bairro Niterói, após registro do assalto por parte de funcionário do motel. Ao avistar a presença da polícia, o suspeito que conduzia o carro roubado perdeu o controle da direção ao tentar fazer uma curva e bateu o veículo no passeio da via pública. Porém, mesmo com o acidente, os criminosos fugiram correndo e ainda atiraram contra os militares, que revidaram. Com a troca de tiros, um dos assaltantes foi baleado nas duas pernas e detido. Os outros suspeitos ainda correram em direção a um lote vago, mas dois deles também foram alcançados por meio da ajuda de cães farejadores e o uso de um helicóptero.  Uma espingarda calibre 12 e uma pistola foram apreendidas com os detidos. Os comparsas dos presos ainda são procurados, assim como o Palio também usado no arrastão.
Parte do material roubado foi recuperado e o bandido ferido encaminhado ao Hospital Regional de Betim, onde permanece internado sob escolta policial. O baleado não corre risco de morte.
O caso será investigado pela Polícia Civil, que irá receber as imagens gravadas pela câmeras de segurança do motel referentes ao assalto.
Os detidos foram encaminhados à 3ª Delegacia de Polícia Civil de Betim, no bairro Alterosa.

Agente joga paciência, e preso foge de delegacia


Testemunha afirma que suspeito escapou enquanto policial civil estava distraído no computador
Publicado no Super Notícia em 08/05/2013
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TÂMARA TEIXEIRA
FOTO: REPRODUÇÃO GOOGLE STREET VIEW
Corregedoria da Polícia Civil investiga circunstâncias da fuga na 2ª Delegacia Regional
A denúncia de que um suspeito de furto teria fugido pela porta da frente da 2ª Delegacia Regional de Polícia Civil de Conselheiro Lafaiete, na região Central do Estado, pouco depois de ser deixado no local por policiais militares, é investigada pela Corregedoria da Polícia Civil. O jovem, que teria furtado uma caminhonete, escapou do prédio correndo, na madrugada da última segunda-feira, enquanto o agente que estava de plantão na recepção estaria distraído em um computador da delegacia.

Uma testemunha ouvida na porta da delegacia pelo portal de notícias "Diário de um Repórter" confirmou a denúncia. "O preso levantou e eu vi que o policial civil estava no computador jogando ‘joguinho de paciência’. O preso passou por ele e, na hora que estava na porta, ele (o policial) o viu e saiu correndo atrás dele", afirmou. O agente ainda teria atirado contra o suposto ladrão, para tentar impedir a fuga, mas não conseguiu.

Conforme a Polícia Civil, Deivid Leonardo Gomes havia sido preso e foi conduzido à delegacia pela Polícia Militar (PM), por suspeita de ter furtado uma caminhonete na companhia de outros jovens menores de idade.

O furto foi denunciado pelo dono do veículo, um jovem de 29 anos. A caminhonete foi encontrada abandonada às margens da BR-040 e, de acordo com a PM, a chave do veículo estava com o grupo de jovens, moradores da região.

Sindicância
A delegada regional de Conselheiro Lafaiete, Patrícia Bianchetti, informou que o suspeito ainda não havia sido ouvido e autuado, quando escapou da delegacia. "Uma sindicância administrativa foi instaurada pela corregedoria e as circunstâncias da fuga estão sendo apuradas. No momento do incidente, havia outro delegado no plantão", detalhou.

Ladrões migram do tráfico de drogas


VIOLÊNCIA
Autoridades justificam que onda de roubos é resultado de repressão ao tráfico
Publicado no Super Notícia em 08/05/2013
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JOANA SUAREZ


Se, por um lado, a população de Belo Horizonte vê crescer os crimes violentos contra o patrimônio (roubo e extorsão) nos últimos meses, os números de homicídios caíram no mesmo período. A repressão ao tráfico de drogas é uma das justificativas das polícias e da Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds) para a redução dos assassinatos e o aumento dos assaltos.

Especialistas, no entanto, criticam a migração e dizem que ela é causada por uma política de segurança equivocada, que priorizaria o combate a um tipo de crime em detrimento do outro.

Segundo dados da Seds, nos quatro primeiros meses do ano foram registradas 9.075 ocorrências de roubo e extorsão na capital. No mesmo período de 2012, foram 7.858 - a alta é de 15,4%. Já os homicídios, sempre associados ao tráfico de drogas pelas autoridades, caíram 23,5%. Neste ano, foram 211 mortes, contra 276 no primeiro quadrimestre de 2012.

O titular da Seds, Rômulo Ferraz, disse, em entrevista ao Super na última segunda-feira, que o crescimento dos assaltos ocorreu após intensificação do combate ao comércio de entorpecentes.

"A repressão ao comércio e à plantação de drogas tem motivado essa migração de crimes", disse. A média de roubos na capital em abril foi de 3,5 crimes por hora. O chefe do 1º Departamento da Polícia Civil da capital, Anderson Alcântara, confirma a migração. "Apertamos o cerco ao tráfico e alguns infratores envolvidos com esse crime migraram". A opinião é compartilhada pela coronel Cláudia Romualdo, comandante do policiamento da capital. "Uma das explicações para o aumento do crime violento contra o patrimônio é a atuação das polícias na repressão ao tráfico. Se não está dando lucro vendendo droga, vai tentar outra forma".

Para o sociólogo e especialista em segurança pública Robson Sávio, as polícias atuam depois que o problema se instala. "Monta-se uma força-tarefa para controlar os indicadores, enquanto o certo seria investir em políticas de prevenção e em investigação, por exemplo". 

Notícia na íntegra: POLÍCIA MILITAR DE ALTO CAPARAÓ PRENDE HOMICIDA E TRAFICANTE DE DROGAS FORAGIDO DE BELO HORIZONTE.


Notícia na íntegra: POLÍCIA MILITAR DE ALTO CAPARAÓ PRENDE HOMICIDA E TRAFICANTE DE DROGAS FORAGIDO DE BELO HORIZONTE.

A Polícia Militar de Alto Caparaó prendeu nesta terça (07/05) Ítalo Damasceno de Carvalho, 22 anos, foragido da Justiça de Belo Horizonte/MG.
Após informação dando conta que o Ítalo Damasceno, estaria se passando por seu irmão Charles Damasceno, uma vez que é fugitivo da Justiça de Belo Horizonte pelo crime de homicídio contra uma menor de 14 anos; a PM de Alto Caparaó levantou e checou as informações a respeito da real identidade do indivíduo, sendo então verificada uma série de crimes cometidos pelo mesmo bem como um mandado de prisão datado de julho de 2012 em seu desfavor.
Segundo levantamento criminal realizado, Ítalo apresentava ser um indivíduo de alta periculosidade com inúmeras passagens policiais como: tráfico de drogas, duas tentativas de homicídio, assalto a mão armada (com troca de tiros com a PM), crimes sexuais e homicídio.
Por volta das 18:00H a equipe de policiais militares comandada pelo Sargento Oswaldo montou uma campana e surpreendeu o indivíduo que voltava do trabalho em uma lavoura de café da região, abordando-o rapidamente em um beco que dava acesso à sua casa, não permitindo maiores reações do mesmo.
O Indivíduo ainda insistia em se passar pelo irmão Charles, porém após a voz de prisão e menção das passagens policiais, o mesmo confessou a falsa identidade para se esconder da justiça.
O autor foi levado à 6ª Delegacia Regional da Polícia Civil em Manhuaçu e foi recolhido à cadeia pública.
Ítalo morava em Alto Caparaó desde Outubro de 2012, e trabalhava em uma lavoura de café nas proximidades sem levantar maiores suspeitas.

Participaram da prisão juntamente com o Comandante do DST PM Sargento Oswaldo, os militares Soldado Bruno Cruz, Soldado Hélio, Soldado Wanderson e Soldado Renato Assis.

A Polícia Militar reforça a atenção aos proprietários rurais quanto às pessoas que vêm de lugares distantes/desconhecidos para trabalhar como lavradores na colheita de café. Este ano já é o 2º foragido da justiça localizado trabalhando nas lavouras do município.

Fonte: Sd Bruno Cruz





















A Polícia Militar de Alto Caparaó prendeu nesta terça (07/05) Ítalo Damasceno de
 Carvalho, 22 anos, foragido da Justiça de Belo Horizonte/MG.

Após informação dando conta que o Ítalo Damasceno, estaria se passando por seu irmão
 Charles Damasceno, uma vez que é fugitivo da Justiça de Belo Horizonte pelo crime de 
homicídio contra uma menor de 14 anos; a PM de Alto Caparaó levantou e checou as 
informações a respeito da real identidade do indivíduo, sendo então verificada uma série
 de crimes cometidos pelo mesmo bem como um mandado de prisão datado de julho de 
2012 em seu desfavor.

Segundo levantamento criminal realizado, Ítalo apresentava ser um indivíduo de alta 
periculosidade com inúmeras passagens policiais como: tráfico de drogas, duas tentativas
 de homicídio, assalto a mão armada (com troca de tiros com a PM), crimes sexuais e 
homicídio.

Por volta das 18:00H a equipe de policiais militares comandada pelo Sargento Oswaldo
 montou uma campana e surpreendeu o indivíduo que voltava do trabalho em uma 
lavoura de café da região, abordando-o rapidamente em um beco que dava acesso à sua
 casa, não permitindo maiores reações do mesmo.

O Indivíduo ainda insistia em se passar pelo irmão Charles, porém após a voz de prisão e 
menção das passagens policiais, o mesmo confessou a falsa identidade para se esconder 
da justiça.

O autor foi levado à 6ª Delegacia Regional da Polícia Civil em Manhuaçu e foi recolhido à 
cadeia pública.

Ítalo morava em Alto Caparaó desde Outubro de 2012, e trabalhava em uma lavoura de
 café nas proximidades sem levantar maiores suspeitas.

Participaram da prisão juntamente com o Comandante do DST PM Sargento Oswaldo, os 
militares Soldado Bruno Cruz, Soldado Hélio, Soldado Wanderson e Soldado Renato Assis.

A Polícia Militar reforça a atenção aos proprietários rurais quanto às pessoas que vêm de 
lugares distantes/desconhecidos para trabalhar como lavradores na colheita de café. Este 
ano já é o 2º foragido da justiça localizado trabalhando nas lavouras do município.

Fonte: Sd Bruno Cruz

terça-feira, 7 de maio de 2013

Peritos da Polícia Civil descobrem droga inédita no Espírito Santo



Mefedrona provoca efeitos similares ao do ecstasy ou da cocaina.

Mefedrona foi apreendida pela polícia no Espírito Santo (Foto: Assessoria de Comunicação/ PCES)
Droga foi apreendida na Ilha do Principe, em Vitória.
Mefedrona foi apreendida pela polícia em Vitória
A análise de 80 comprimidos que aparentemente pareciam ser de ecstasy revelou a presença de uma droga inédita noEspírito Santo identificada por peritos criminais e peritos bioquímicos-toxicologistas da Polícia Civil. Trata-se da mefedrona, uma droga sintética que provoca efeitos similares ao do ecstasy ou da cocaína.
A droga foi apreendida em janeiro durante uma ação de policiais militares na Ilha do Príncipe, em Vitória. Os comprimidos foram encaminhados ao Laboratório de Química Legal do Departamento de Criminalística da Polícia Civil, onde peritos realizaram diversos testes específicos, por meio de avançadas técnicas instrumentais de análise química, e constataram que os comprimidos continham a substância mefedrona, conhecida popularmente como miau-miau ou sais de banho.
De acordo com a perita criminal Bianca Bortolini, a mefedrona é encontrada tanto na forma em pó como em comprimidos. “Essa droga tem grande potencial de causar dependência química. Ela está começando a chegar ao Espírito Santo já que, depois dessa apreensão, nós analisamos outras duas amostras também apreendidas aqui no estado”, afirmou ela.
Os efeitos da droga
A mefedrona é uma droga sintética similar às catinonas, encontradas naturalmente nas folhas e nos ramos frescos da planta Catha edulis.  Seus efeitos são similares ao do ecstasy ou da cocaína, e incluem o aumento da euforia, do estado de alerta e da inquietação, podendo causar alucinações, paranoia, ataques de pânico e comportamento violento.
Proibição
Em 2011, a Agência Nacional de Vigilância sanitária (ANVISA) incluiu a mefedrona na Portaria 344/1998, ao lado, por exemplo, da cocaína e do ecstasy. Assim, a venda, a manipulação e o consumo dessa substância passam a ser considerados ilícitos.

Piloto de helicóptero que participou de caçada a Matemático é afastado



Decisão foi tomada após exibição no Fantástico de imagens aéreas da ação.

Caso havia sido arquivado em novembro de 2012 e MP pediu reabertura.
A Polícia Civil informou nesta segunda-feira (6) que decidiu afastar das funções o piloto Adonis Lopes de Oliveira, que pilotava o helicóptero usado para capturar o traficante conhecido como Matemático, em maio de 2012. O caso foi arquivado em novembro, mas ganhou novos rumos depois da exibição, no último domingo (5), pelo Fantástico, da caçada da polícia ao traficante, como mostrou o RJTV.
As imagens foram entregues ao Ministério Público Estadual e Federal. Elas foram levadas pelo deputado Marcelo Freixo, presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa.
“Eles vão abrir investigação e vão oficiar a Civil e a Federal pra saber o nível de responsabilidade de cada uma delas para a partir dai poder proceder nas suas responsabilidades”, disse Freixo.
O Procurador Geral de Justiça do Estado, Marfan Vieira, determinou a reabertura imediata do inquérito. O caso tinha sido arquivado havia seis meses.
“As imagens são efetivamente muito fortes. Me pareceu uma operação muito desastrada feita de maneira inconseqüente”, afirmou Marfan.
Caçada ao traficante
A caçada a Márcio José Sabino Pereira, o Matemático, considerado um dos maiores traficantes do Rio, foi em maio de 2012. A Polícia Federal repassou informações às equipes da polícia militar e à equipe da polícia civil, que estava a bordo do helicóptero.
A câmera da aeronave tem um sensor que detecta o calor de corpos e objetos e as imagens captadas por ela são vistas apenas pelo operador do equipamento.
A perseguição a Matemático se estendeu por cerca de nove quarteirões da favela da Coreia, na Zona Oeste do Rio e durou menos de dois minutos.
Casas atingidas
Enquanto os disparos eram feitos pessoas passavam nas ruas, casas foram atingidas e um prédio levou pelo menos cinco tiros. Segundo os policiais, os bandidos atiraram contra o helicóptero. O corpo do traficante foi abandonado cinco horas depois, durante uma troca de tiros com a PM, a três quilômetros do fim da perseguição.
O RJTV procurou a Secretaria de Segurança para saber se a operação foi oficial, se a Secretaria sabia dos riscos que uma ação como essa oferecia e se, logo depois, tomou conhecimento da forma como ela foi realizada. Mas a Secretaria de Segurança voltou a divulgar a mesma nota enviada antes da exibição das imagens pelo Fantástico.
“Há um setor especializado nessas ações que tem que dar uma resposta à sociedade. Quem teve a responsabilidade de agir, tem que ter a responsabilidade de arcar com as consequências”.
Ao Fantástico, a Chefe de Polícia Civil, Martha Rocha, informou que só tomou conhecimento de como a operação foi executada na última sexta-feira (3) pela Corregedoria.
A Polícia Federal informou que investigava a quadrilha de Matemático e que forneceu a possível localização dele à Polícia Civil, que realizou a operação. Já a Polícia Militar confirma que participou do cerco ao traficante e afirmou que, durante a ação, o blindado teve os pneus furados e as equipes seguiram para o local a pé.
Portal G1

CAÇADA E MORTE DO TRAFICANTE MATEMÁTICO


“Vídeo demonstra a competência de Policiais do Rio, e derruba tentativa da mídia de deturpar os fatos”
Amigos de Ronda - Admito que que fiquei surpreso com as imagens exibidas neste Domingo pelo fantástico, que mostram a caçada a um dos maiores traficantes de drogas (apenas 26 inquéritos por tráfico) do Rio de Janeiro, morto na operação, há um ano.
Sinceramente, se todo bandido tivesse tratamento igual ao do finado, seriam poucos os aventureiros a desafiar a ordem pública. A reportagem da Rede Globo bem que tentou desmoralizar a ação, mas acabou foi carimbando o atestado de competência dos policiais envolvidos.

CAÇADA E MORTE DO TRAFICANTE MATEMÁTICO

Só tenho elogios e espero que mais caçadas se repitam. “Manda brasa”.

Com informações do Amigos de Ronda
Como sempre a rede Globo, não tem matéria e fica tirando do fundo do  Baú, por que não falam dos bandidos que morreram na morte do reporter deles. Não dá ibope?

2ª Câmara do TJMMG mantém a liminar de não cancelamento de matrícula de militar no CHO

Foto

O aluno PM WMB entrou com Mandado de Segurança contra o ato do Comandante da Escola de Formação de Oficiais da PMMG, que cancelou a sua matrícula do Curso de Habilitação de Oficiais-CHO/2012, requerendo a sua reinclusão no CHO, com todos os direitos e a consequente anulação do Processo Especial de Cancelamento de Matrícula com desligamento de curso, decorrente da Sindicância Regular instaurada em desfavor do militar. No dia 21 de abril de 2012, o aluno do CHO envolveu-se em acidente automobilístico com vítimas, estando com sinais de embriaguez.

O Estado de Minas Gerais (agravante), em face da decisão do juiz de 1º grau, que deferiu a liminar nos autos do Mandado de Segurança, interpôs agravo de instrumento, com pedido de antecipação de pretensão recursal.
O agravante afirma que são ausentes os requisitos para a concessão da tutela antecipada em desfavor do Estado de Minas Gerais, porque o pedido se traduz em satisfação dos efeitos práticos de uma sentença de procedência e pela inexistência do receio de dano irreparável ou de difícil reparação. Alega que é inadmissível a concessão da tutela antecipada contra a Fazenda Pública, conforme decisão proferida pelo Supremo Tribunal Federal que, em sessão plenária, deferiu parcialmente o pedido de medida cautelar, para suspender, com eficácia ex nunc e erga omnes, e efeito vinculante, até o final do julgamento da ação, a prolação de qualquer decisão, sobre o pedido da tutela antecipada contra a Fazenda Pública, sustando, ainda, com a mesma eficácia, os efeitos futuros dessas decisões antecipatórias de tutela proferidas contra a Fazenda Pública.
Alega ainda que a conduta do militar não é a esperada de um aluno do Curso de Formação de Oficiais, tendo em vista que ele não pode agir com irresponsabilidade e leviandade e que, no local dos fatos, havia subordinados que, em última análise, esperam dos seus superiores comportamentos probos e éticos.
Ao final, o Estado de Minas Gerais requer que seja dado efeito suspensivo ao recurso de agravo e, no mérito, o provimento com a cassação da decisão liminar visto que inexiste amparo à pretensão do impetrante.
O juiz relator em seu voto afirma que, em consonância com os fundamentos constantes do indeferimento do pedido de efeito suspensivo do presente recurso, manifesta-se pelo desprovimento do agravo de instrumento. Alega que a liminar possuía um efeito acautelatório no sentido de permitir ao impetrante frequentar as aulas do curso, bem como possibilitar a realização das avaliações finais, assegurando-lhe a sua formação, diante de um vislumbre de ilegalidade fundamento de um requisito – a aparência de um bom direito.
Destaca, ainda, que, caso haja o reconhecimento da improcedência da ação, com a denegação da ordem, a Administração Militar poderá tornar sem efeito o ato de reconhecimento de conclusão, pelo militar, do CHO, e as suas eventuais consequências na carreira do militar, ainda sem prejuízo de se aplicar a sanção principal (prestação de serviço, suspensão, e outras previstas em lei, conforme for o caso). Assim, estando presentes os pressupostos para a concessão da liminar, negou provimento ao agravo, por não haver como desconstituir a decisão do Juízo de Primeira Instância.
Os juízes da Segunda Câmara, por unanimidade, nos termos do voto do juiz relator, negaram provimento ao recurso.
Processos ns. 0006870-26.2012.9.13.0000 e 0006577-50.2012.9.13.0002
ASCOM – TJMMG

Servidores do Odilon Behrens aderem à paralisação



Publicado no Super Notícia em 07/05/2013
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LUCAS SIMÕES
FOTO: MARIELA GUIMARÃES
Grevistas fizeram passeata, ontem, pelo centro de Belo Horizonte
Os servidores da Prefeitura de Belo Horizonte decidiram, em assembleia realizada ontem, continuar a greve, que começou em 30 de abril, por tempo indeterminado. Além dos profissionais que já estão parados, 30% dos quadros administrativo e de enfermagem do Hospital Municipal Odilon Behrens aderiram ao movimento. A informação foi confirmada pelo Executivo e pelo sindicato da categoria.

Apesar disso, a assessoria do hospital municipal informou que nenhum médico parou de trabalhar, e mesmo os grevistas não abandonaram as atividades - eles estão mantendo o atendimento prioritário. Mesmo assim, houve paciente com problema no hospital. "Vim fazer uma consulta de rotina e demorei 40 minutos para ser atendida, em um local que sempre atendeu bem", reclamou a administradora Marly Alves, 42.

Movimento. Além da adesão de mais profissionais, cerca de 1.600 manifestantes travaram o trânsito no centro da capital, à tarde, após mais uma tentativa de negociação com a prefeitura. Houve retenções entre a praça da Estação e a praça Sete, segundo a Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte (BHTrans). Porém, os manifestantes respeitaram a liminar da Justiça, que determinou a ocupação de apenas um terço da rua em protestos do sindicato, sob pena de multa diária de R$ 100 mil.

"Mesmo respeitando, o trânsito fica ruim. A prefeitura tem é que falar com os manifestantes", criticou o presidente do Sindibel, Israel Arimar de Moura.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Policiais roubaram baldes de camelô ‘mau pagador’


06/05/2013 
POR ADRIANA CRUZ
MARIA INEZ MAGALHAES

Rio - Tomar na mão grande até baldes de R$ 1,99 de trabalhadores ambulantes era uma das especialidades de maus policiais civis e militares da ‘Tropa da Mixaria’, nas feiras de Bangu e Honório Gurgel, zonas Oeste e Norte, respectivamente. Roubar mercadorias era a punição a quem não tinha dinheiro para pagar a propina de R$ 5 a R$ 70, o ‘alvará’ do bando que permitia a venda em pontos irregulares.

Para prender 53 PMs, do 14º BPM (Bangu) e 9º BPM (Rocha Miranda), e sete civis, da 34ª DP (Bangu) e Delegacia de Repressão aos Crimes de Propriedade Imaterial (DRCPIm), além de 18 ‘cobradores’, a Corregedoria da PM e a Secretaria de Segurança realizaram terça-feira a Operação Compadre, a maior de combate à corrupção escancarada no varejo.


O DIA teve acesso a detalhes da investigação, que ainda fecha o cerco a delegados e oficiais da PM, identificados pelos nomes de guerra. Recolher dinheiro nas ruas era a principal tarefa dos maus policiais. Um deles, o sargento Izanildo Silva Pereira, o Índio ou Chacal, seria ‘segurança’ de Luiz Carlos Brito dos Santos, o Mota, responsável por cobrar a propina em feira de Honório. No dia 30 de junho, Mota roubou baldes de ambulante que não tinha dinheiro em plena luz do dia com proteção policial. 

A ação era tão ostensiva que virava chacota entre eles, como revelam escutas telefônicas autorizadas pela Justiça. Dia 25 de julho, a conversa, captada pelos investigadores, mostra que Izanildo desdenha do sargento Rogério Costa Quintino. “Você está bonitão na viatura. Não precisa dessa mendigaria!”, afirmou. Na ocasião, Izanildo combinava com Quintino a entrega da parte dele na propina. Os dois eram do 14º BPM (Bangu). A conduta dos policiais em feiras, calçadão de Bangu, pontos de mototáxi e vans revoltava vítimas. Algumas não só se recusavam a pagar como também convenciam outros a não entregar o dinheiro, o que foi classificado pelos policiais como rebelião. 

De olho nos novos camelôs
‘Merreca’, ‘documento’ e ‘convite de casamento’. Assim, os policiais corruptos chamavam a propina paga por ambulantes e comerciantes.A vigilância era ferrenha para controlar cada novo camelô nas feiras e calçadão de Bangu, chamada de ‘escritório’, e mototaxistas e motoristas de van nos pontos.

Segundo a investigação, em 19 de outubro, mototaxista conta ao cabo Leandro do Nascimento Coelho que vai abrir novo ponto e que passaria a enviar o dinheiro recolhido no local. O policial, então, determinou que ele repassasse as placas das motos e o tipo de colete que os motoristas iriam usar para que outros policiais não os abordassem.

Para garantir os territórios, PMs e policiais civis organizavam operações clandestinas, quando não recebiam o dinheiro, e apreendiam os veículos. Em uma delas, mototaxista teve a moto apreendida pelo sargento Waltemir Monteiro da Silva, o Passarinho, porque estava há três semanas sem pagar propina. Indignado, ele ameaçou denunciar o bando. Os ‘donos’ do calçadão de Bangu, dizem os investigadores, eram o cabo Rodrigo da Silva Rodrigues e os policiais Adriano de Abreu Menezes, da 34ª DP (Bangu), Clayton José de Freitas Melo e Marcelo Pennafirme, da DRCPIm. Em gravações telefônicas no dia 4 de junho, Rodrigo avisou que queria pegar dois camelôs que não pagavam pelos pontos. “Vou dar porrada nos dois de uma vez só”, disse o policial a René Bispo da Silva, cobrador do bando.

Infiltrados como camelôs, policiais foram extorquidos
Infiltrados como camelôs no calçadão de Bangu, policiais da Subsecretaria de Inteligência também foram vítimas do esquema da ‘Tropa da Mixaria’. Eles foram extorquidos várias vezes por Silvio Correia da Silva, que, segundo a investigação, seria responsável por recolher a propina naquela área e repassá-la a policiais da cabine na Av. Cônego de Vasconcelos. Enquanto se passavam por ambulantes, eles filmaram a ação.

Em uma das cobranças, em 27 de julho do ano passado, Sílvio chegou a fazer um alerta aos agentes disfarçados: disse que o policial da cabine responsável naquela data pelo dinheiro era o sargento Gomes e que, se alguém os cobrasse novamente, era para dizer que já haviam pago para Silvio. O PM citado pelo cobrador da propina é o sargento Jorge Luiz Gualberto Gomes, identificado pelos agentes através da escala de plantão daquele dia.

Outra vítima do esquema, desta vez por parte de policiais da Delegacia de Repressão a Crimes contra a Propriedade Imaterial (DRCPIm), foi um camelô sobrinho de um PM lotado no 22º BPM (Maré). Por não pagar a propina, ele e outros ambulantes tiveram mercadorias recolhidas em uma operação clandestina. O PM pediu aos policiais que devolvessem o material.

Colega não foi poupado de cobrança
Anistia de propina nem pensar. A regra valeu para cabo do 6º BPM (Tijuca) que abriu ‘lojinha’ com produtos piratas, no CentroComercial Popular de Bangu. Ainda segundo a investigação, o alerta sobre o pagamento foi feito pelo policial Odenilson Souza Serique, da 34ª DP (Bangu) a Maria Lúcia Carvalho, que recolhia o dinheiro.

O cabo foi à delegacia no dia 3 de outubro. “Ele incita os outros a não pagarem”, reclamou Maria a Odenilson, em gravações telefônicas autorizadas pela Justiça. Odenilson a tranquilizou ao revelar que o PM havia concordado com o esquema.

A briga pela propina também era acirrada entre PMs. O cabo Rodrigo da Silva Rodrigues avisou ao seu grupo que, se outros policiais do Serviço Reservado (P-2) do 14º BPM continuassem a ir ao calçadão de Bangu para pressionar ambulantes, deixaria de enviar o dinheiro.

Nas investigações, mototaxistas reclamavam da ação de outros PMs, como foi o caso de um do Batalhão de Vias Especiais (BPVE), que pegou dinheiro no lugar do grupo habitual. 

Ideia era ‘seduzir’ um oficial da PM
Em 1º de setembro, o sargento Izanildo foi flagrado em escuta telefônica autorizada pela Justiça conversando com um PM não identificado. Ele diz ao policial para perguntar a um capitão quanto o oficial quer para deixá-lo trabalhar com Izanildo.

Izanildo diz: “Não tem nada que o dinheiro não compre, né? A gente chega em cima do capitão: ‘Capitão, olha só, o amigo tá querendo ir lá pra cima. Quais são as possibilidades? Tem uma prata aqui, morô (sic)? Mas a gente vai lá pra cima, para a gente trabalhar, arranjar umas moedas”.

PM: “Vamos ver um dia da semana. Domingo e segunda é folga...Aí vamos ver o que é que rola”.

Em 21 de julho, o cabo Rodrigo da Silva Rodrigues, em conversa com Rene Bispo da Silva, responsável por recolher o dinheiro no calçadão de Bangu, chama a propina de ‘merrequinha’. A interceptação foi autorizada pela Justiça.
Rodrigo: “Se liga. Já passou aí no pessoal, Rene?”
Rene: “Pô, só ficou faltando o André lá embaixo...O irmão do Bruno e o Diego. Vou pegar agora”.
Rodrigo: “Então vou pegar uma ‘merrequinha’ maneira. Então, hoje? Dá pra completar tudão dos caras?”.
Rene: “Dá, pô. Dá.”
Rodrigo: Já é, então. Tô chegando aí já. Sobrou alguma coisa pra gente?